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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» ARTESANATO >> “Artesanato – as marcas de um povo” Pub
Pub Artesanato no distrito de Vila Real  
   

“Artesanato – as marcas de um povo”

Tudo aquilo que o Homem acrescenta à natureza é Cultura, ou seja, toda a obra do Homem é cultural, podendo-se mesmo dizer que, onde existe a mão do Homem existe forçosamente cultura. Contudo, os homens não acrescentam coisas à Natureza da mesma maneira; cada grupo tem a sua forma peculiar de o fazer.

A variedade das condutas humanas é pautada, essencialmente, por padrões ou modelos, tendo como sustentáculo o sócio-cultural. Estes padrões assumem toda uma dimensão comunicacional, onde cada homem se identifica, conhece-se e reconhece-se.

Nas suas formas de expressão, ele adapta e transforma o meio circundante às suas necessidades e condicionalismos, desenvolvendo, assim, as suas potencialidades e a sua própria individualidade.

Do meio era extraído quase tudo o que necessitavam para a subsistência; desde a casa ao vestuário, passando pelo alimento e utensílios, e assim foram surgindo das mãos de habilidosos, peças de vestuário e instrumentos gratuitos, inseridos no ciclo das trocas de favores.

O Homem é o único ser na Terra com capacidade de criar, adoptar, adaptar e modificar objectos, ideias, crenças ou costumes. Ele não constitui uma componente da cultura, é criador de cultura, consoante as circunstâncias que o envolvem.

O natural alia-se ao cultural, procurando o próprio equilíbrio comunitário e social.(…)

Tecelagem Olaria Cestaria Rendas e Bordados

Latoaria

Tanoaria

Tamancaria

Pintura em Cerâmica

Croças
     

Fonte: Guia “Artes e Ofícios Tradicionais do distrito de Vila Real” – 1999 – NERVIR

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