"Temos obrigação de salvar tudo aquilo
que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora
vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses
como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na
herança social que o passado nos legou."
(Jorge
Dias)
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama da oliveira
O meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira
Que anda aqui na roda inteira
Aqui e em qualquer lugar
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama do olival
Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu
Se houvesse quem me ensinara
Quem aprendia era eu
[instrumental]
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama da oliveira
O meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira
Que anda aqui na roda inteira
Aqui e em qualquer lugar
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama do olival
Não me inveja de quem tem
Carros, parelhas e montes
Só me inveja de quem bebe
A água em todas as fontes
[instrumental]
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama da oliveira
O meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira
Que anda aqui na roda inteira
Aqui e em qualquer lugar
Ó rama, ó que linda rama
Ó rama do olival
Letra e música: Popular (Alentejo)
Intérprete: Teresa Silva Carvalho (in "Ó Rama, Ó Que Linda Rama", Orfeu,
1977, reed. Movieplay, 1994) Outras versões: Rão Kyao –
instrumental (in CD "Viagens na Minha Terra", Polygram, 1989); Vitorino
(in CD "As Mais Bonitas", EMI-VC, 1993); Roberto Leal & Vitorino (in CD
"Canto da Terra", Som Livre, 2007); Cantorias (in CD "Ora Vá de Cantar",
Associação de Vila Chã de Sá, 2007); Custódio Castelo e Margarida
Guerreiro (in CD "Encores Fado Live", Ovação, 2008)