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Bracara Augusta,
o nome romano da actual cidade de Braga, no norte de Portugal, foi
construída no lugar de um povoado indígena anterior. A cidade romana foi
fundada pelo imperador César Augusto cerca de 16 aC, após a pacificação
definitiva da região.
Durante o período dos Flávios, Bracara Augusta
recebeu o estatuto municipal e foi elevada a sede do conventus, tendo
tido funções administrativas sobre uma extensa região. A partir da
reforma de Diocleciano passou a ser a capital da recente província da
Galécia. No século V a cidade foi tomada pelos invasores suevos, que a
escolheram como capital do seu reino.
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São conhecidos da
cidade romana restos de alguns edifícios.
Nas escavações efectuadas no
claustro do
Seminário de Santiago encontrou-se uma grande sala com resto
de colunas, tendo ao centro uma piscina decorada com mosaicos, que foi
provavelmente parte de um balneário. Em escavações realizadas pela
Universidade do Minho foram descobertas umas quantas termas.
Na área da
Fonte do Ídolo, situada na actual Rua do Raio e fora do antigo perímetro
da cidade romana, terá existido um edifício religioso consagrado ao deus Tongoenabiagus.
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