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»» Sabia que....
Informações e
curiosidades sobre os alimentos |
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ERVAS AROMÁTICAS
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Aneto ou Endro
(anethum graveolens)
De um aroma puro e perfumado a anis e limão, liga bem com queijos,
omeletas, molhos, peixe, feijão-verde e carne guisada. Um molho de
azeite e limão com endro acompanha lindamente salmão fumado com
batatinhas cozidas. Também é tradicionalmente utilizado para
combater cólicas, soluços, flatulência e dores de estômago nos
adultos. |
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Alecrim
(rosmarinus officinalis)
Muito aromático, quente e apimentado, o alecrim casa bem com peixes
gordos grelhados, vitela, carneiro, pato e proco, mas também com
abóbora e batatinhas no forno. Ótimo para utilizar nos churrascos em
geral, experimente colocar folhas do alecrim para aromatizar o sal
marinho. E quem diz o sal diz o açúcar. |
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Da próxima vez que fizer leite-creme dê um toque especial e queime
açúcar aromatizado com alecrim. Pode ainda ser utilizado em
problemas de anorexia, falta de memória, digestões lentas,
flatulência e também como activador da circulação e
anti-inflamatório. |
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Cebolinho
(allium schoenoprasum)
Com um perfume delicado e sabor ligeiramente picante a cebola, é
usado em pratos de massa, guisados e estufados. As folhas são
óptimas em saladas ou numa omeleta. Para dias mais quentes junte
cebolinho na salada de queijo fresco e tomate. |
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Cerefólio
(anthriscus cerefolium)
Pode usar-se como substituto da salsa, sendo apreciado pelos
franceses para dar gosto a omeletas (toda a omeleta francesa leva
folhas de cerefólio) e pratos de peixe. Combina também muito bem com
sopas cremosas e peixe fumado. Pode ainda ser utilizado em saladas.
Utilize as folhas frescas que são mais aromáticas. |
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Coentros
(coriandrum sativum)
De sabor quente e muito aromático, com um travo a laranja, liga
muito bem com sopas, saladas, peixes e mariscos. Levado pelos
portugueses para o Oriente, tornou-se fundamental numa das
especiarias mais conhecidas do planeta, o caril: as suas folhas e
sementes fazem parte desta complexa mistura de ingredientes. Hoje, é
um ingrediente indispensável na gastronomia portuguesa. Da açorda
alentejana, passando pelas favas guisadas até às amêijoas à Bulhão
pato, todos levam um bom ramo de coentros. |
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Erva-doce
(pimpinella anisum)
Por cá usa-se sobretudo nas castanhas cozidas, mas a erva-doce fica
muito bem também em receitas de bolos, pães e saladas ou em carne
grelhada e sopas. Já provou um parrameiro, um dos muitos doces da
zona saloia? A erva-doce é um dos seus ingredientes principais. |
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Erva-príncipe
(cymbopogon citratos)
Com um sabor refrescante a limão, tem forte presença na culinária
asiática, onde os caules frescos são usados como tempero, tanto em
peixes como em carnes. Das suas folhas frescas ou secas faz-se uma
infusão com um fantástico aroma a limão. Pode ser tomada com
regularidade e tem reconhecidas propriedades digestivas. |
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