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GRUPOS |
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A partir desta
página, o visitante tem acesso a uma listagem (tão exaustiva quanto
possível, por "região" - antiga província e por país onde exista uma
comunidade de portugueses), de websites, webpages ou blogues de
Grupos de Folclore ou Ranchos Folclóricos, de Grupos de
Música Popular Tradicional Portuguesa, de Grupos de Zés P'reiras,
de Grupos de Cabeçudos, Gigantones e Mascarados, de Grupos de
Cante Alentejano e de Cantadores ao Desafio. |
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Grupos de Folclore
"Um grupo
folclórico (ou rancho folclórico, etnográfico) é por inerência da sua
constituição uma força ao serviço da investigação, defesa e promoção dos
valores patrimoniais da comunidade em que se insere, no campo específico
das tradições orais. Orais e não só, na medida em que estas se articulam
com registos escritos e materiais. E é a pensar nisso que muitos ranchos
folclóricos têm preferido a designação de etnográficos, ampliando assim
os objectivos até à descrição atenta das manifestações culturais das
populações, a nível regional, sub-regional e local."
(António Magalhães
Cabral) |
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Grupos de Música Popular Tradicional
“A expressão
polifónica parece-nos ser a que mais pertinentemente afirma o
comportamento musical do nosso povo, atestando nas suas várias
formulações um longínquo enraizamento e uma vasta implantação
territorial. Ao abranger grande parte dos distritos de Aveiro, Beja,
Braga, Castelo Branco, Guarda, Viana do Castelo, além de concelhos ou
zonas limitadas dos distritos de Coimbra, Évora, Santarém e Vila Real, o
canto polifónico assumiu entre nós uma importância raramente igualada em
povos da Europa ocidental (notemos de passagem a sua quase inexistência
na vizinha Espanha). (...) Por fim, o que mais surpreende nesta
polifonia é o seu ajustamento às ocasiões do trabalho (sacha,
sementeira, ceifa, varejo da azeitona, arrancada, maçadela e espadelada
do linho, etc.) a testemunhar a sua solidariedade com as tarefas vitais
do homem do campo.”
(Michel Giacometti) |
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Grupos de Zés P'reiras
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Grupos de Cabeçudos e Gigantones e de Mascarados
"A
festa não é festa sem a zabumba dos Zés P’reiras e os Gigantones, mais
conhecidos pela canalha miúda por Cabeçudos. Eles são os responsáveis
pelo anunciar das festas. Ou, melhor, eram, pois agora, nos últimos
anos, têm sido figuras desaparecidas, ficando-se por um grupo de bombos
e um ou outro gigantone mas longe do preceito doutros tempos. Certamente
já se tornará extremamente difícil encontrar um cabeçudo de jeito tantos
são os que andam por aí… Mas, antigamente, não faltava quem fosse atrás
do ribombar dos bombos, sobretudo os mais novos que na passagem do grupo
viam a possibilidade do grande gozo das suas festas. Vinham,
normalmente, de Ponte do Lima, minhotos também figuras de proa nas
festas da Senhora da Agonia..."
(adaptado da
Internet) |
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Grupos de Cante Alentejano
“Tem uma
espiritualidade evidente qualquer que seja a sua raiz. Cantochão,
gregoriano ou fá-bordão poderão estar na sua génese mas a moda tem
certamente impregnadas na sua estrutura as marcas de um povo com certo
sentir, os sons e as falas, os gestos e os sonhos duma gente antiga que
aqui moirejava. E o cante temperou-se nas fornalhas dos restolhos,
aveludou-se em primaveras coloridas, absorveu a imensidão do horizonte,
captou os gemidos da solidão, ganhou formas próprias em lavouras
custosas. Desse caldo de valores e referências se fez o cante e neste
ambiente nasceram os mestres, seus intérpretes ímpares seus cultores
maiores.”
(José
Francisco Colaço Guerreiro) |
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Cantadores ao Desafio
"Compor,
cantar e actuar são assim facetas do mesmo acto, no qual a música vocal,
acompanhada ou não por instrumentos que apoiam o canto (a viola, a
guitarra, o cavaquinho e, mais modernamente, o acordeão), se submete até
certo ponto ao texto linguístico, servindo-lhe de suporte valorativo, o
que não anula a importância da sedução estética que dela emana. O
desafio é um jogo dialogado, mais cantado do que falado ou recitado (…).
O vira, o malhão e a cana verde são as principais estruturas musicais do
desafio, que, dependendo dos tocadores, ora surge acompanhado por uma
sequência musical que se repete ciclicamente, ora por um tom rítmico que
acompanha as diferentes modulações prosódicas da voz dos cantadores."
(Carlos Nogueira) |
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