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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Glossário do Calendário


Semana
- Quanto ao nome “semana”, com que designamos o período em que a lua demora para completar um ciclo, nasceu da expressão latina septem mane, ou “sete manhãs”.

Os antigos sábios Caldeus decidiram associar os dias em grupos de sete de modo a facilitar a sua referenciação. Estes possíveis antecessores dos Babilónios basearam-se no seu sistema planetário. Escolheram o número sete baseado nos sete planetas conhecidos até então. Sete dias são igualmente adoração de cada uma das quatro fases da Lua. Desta forma se criou a semana como um período de sete dias.

- Os romanos davam aos dias da semana nomes em honra do sol, da lua e de vários planetas.

- Os atenienses não conhecem a semana, dividem o mês em três dezenas.

Dia – Período de tempo (24 horas) equivalente ao que a Terra leva para dar uma volta em torno de seu próprio eixo (movimento de rotação). É o elemento mais antigo e fundamental do calendário. A Terra é dividida em 24 zonas de tempo que determinam os fusos horários. Cada fuso compreende (= 1 h). Fuso zero é aquele cujo meridiano central passa por Greenwich. Os fusos variam de 0h a +12h para leste de Greenwich e de 0h a -12h para oeste de Greenwich. Todos os lugares de um determinado fuso têm a hora do meridiano central do fuso.

Estações do ano – Em razão dos movimentos de rotação e translação, a Terra recebe quantidade diferente de luz ao longo do ano. Entre Setembro e Março, quando a inclinação do hemisfério norte a distancia do Sol, acontecem as estações do Outono e Inverno neste hemisfério, nas quais há menos de 12 horas diárias de luz solar. Durante o resto do ano, o hemisfério norte está mais inclinado para o Sol. Têm-se, então, as estações da primavera e verão, nas quais a luz solar dura mais de 12 horas diárias. No hemisfério sul ocorre o contrário.

Equinócio – A palavra equinócio significa "noite igual", ou seja, quando a duração do dia é a mesma da noite. Há uma intersecção da trajectória do Sol com a linha do Equador. Acontece aproximadamente nos dias 21 de Março (equinócio de Outono no hemisfério sul) e 23 de Setembro (equinócio da primavera no hemisfério sul).

Solstício – A palavra solstício significa "Sol quieto", pois nesses dias o Sol alcança suas posições extremas nos pontos onde aparece e se oculta. Dá origem aos dias mais longos e mais curtos do ano. É o instante em que começa o verão ou o Inverno. É o ponto em que o sol está mais distante do Equador. Situam-se nos dias 22 ou 23 de Junho para maior declinação boreal (solstício de Inverno no hemisfério sul) e 22 ou 23 e Dezembro para maior declinação austral (solstício de verão no hemisfério sul). No hemisfério norte ocorre o contrário.

Era cristã – O calendário cristão é adoptado no Ocidente a partir do século VI. No século X, a Era Cristã é oficializada pela Igreja romana e introduzida na Igreja bizantina. No final do século XIX, quando a contagem cronológica da história já está difundida e uniformizada, descobre-se um erro de cálculo. Segundo a moderna historiografia, Cristo nasce no ano 4 a.C.

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»» O primeiro Calendário Romano
A criação do primeiro calendário romano foi atribuída a Rómulo em 753 a.C., ano de fundação de Roma, baseado no calendário egípcio. Era um calendário lunar, e tinha 304 dias, divididos em dez meses, dez meses lunares, seis de 30 dias e quatro de 31, desde Março a Dezembro. O primeiro mês é o Martius (Março) e adopta a meia-noite para início do dia.

»» O Calendário Egípcio
Primeiro calendário da história da humanidade e começa com a enchente anual do rio Nilo. Surge por volta de 3000 a.C. O ano tem 365 dias, divididos em 12 meses de 30 dias e mais cinco dias extras, dedicados aos deuses.Os egípcios são os primeiros a utilizar um calendário solar, embora os 12 meses de 30 dias sejam de origem lunar. O ano tem 365 dias - e 6 horas a menos que o ano solar, o que significa atraso de um dia a cada quatro anos.

»» O Calendário Gregoriano
Para corrigir o erro entre o ano solar e ano civil, que no ano de 1582 (D.C.) já era de 10 dias, (o equinócio da Primavera que deveria ser em 21 de Março de 1582 ocorreu em 11 de Março) o Papa Gregório XIII, pela sua Bula Inter Gravissimas de 24 de Fevereiro de 1582, ordenava a reforma do Calendário, para um ano trópico de 365,2425 dias.

»» O Calendário Babilónico
É um dos calendários mais antigos, compreende 12 meses lunares (divididos em quatro semanas), de 29 ou 30 dias cada um, cujo início é assinalado pelo aparecimento da Lua Nova.
O ano tem 354 dias, 11 dias a menos que o ano solar. Ao fim de três anos há um desfasamento de cerca de um mês em relação ao ano solar. Para resolver essa diferença foi acrescentado um mês complementar (13º mês) ao final de cada período de três anos.

»» O Calendário Juliano
No ano 46 a.C. Júlio César (Gaius Julius Cesar, 102-44 a.C.), orientado pelo astrónomo alexandrino Sosígenes (90-? a.C.), reformou o calendário romano, para uniformizar os calendários diferentes usados pelos territórios ocupados pelos romanos. Introduziu o Calendário Juliano, de doze meses, no qual a cada três anos de 365 dias seguia outro de 366 dias (ano bissexto). Assim, o ano juliano tem em média 365,25 dias.


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