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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» Literatura Popular e Tradicional >> O vinho na literatura oral (2) Pub

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O vinho na literatura oral (2)  
 

(Continuação...)

Rapazes, quando eu morrer,
Levai-me devagarinho,
Na campa deitai-me água,
Por cima deitai-me vinho.
                                            
(Penafiel)

Vem cá, meu vinhinho fusco,
Q’eu sou o home que te busco,
Criado na cepa torta
Salto de pulga,
Orelha de lebre,
Bebe, home, que te alegre!
                                             
(Marco de Canaveses)

Esta ramada tem uvas,
Quem tem uvas, tem que dar:
Bem podias tu, menina,
De soldado me livrar.
                                             
(Mesão Frio)

Não corte’lo gacho branco
Da videira granjeal,
Não contes os teus segredos
Nem à amiga mais leal.
                                            
 (Mesão Frio)

Videirinha do enleio
Que enleaste o perdido:
Bem enleadinho ando
Meu amor, para contigo.
                                             
(Mesão Frio)

O elo da videirinha
Está sujeito à prisão:
Também m’eu assujeitei
A amá’lo teu coração.
                                             
(Mesão Frio)


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Informações e retiradas de "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos
 

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