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»» Museus ou Núcleos Etnográficos / Regionais -
Museu de Silgueiros -
Viseu - Objectos em exposição |
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Objectos em exposição |
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A colher de torga
A colher é uma peça indispensável na vida do povo
português. Garfo, não, que, no dizer de alguns entendidos, só chegou a
Portugal aí por meados do século XVIII. E então para a gente mais
modesta só foi opção muito posteriormente. Feito de ferro pelos mesmos
artesãos que forjavam as diversas alfaias agrícolas, o garfo foi um luxo
nos meios rurais da primeira metade do século XX. |
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Cédula particular
Durante a Primeira República, designadamente, após a
entrada de Portugal na Grande Guerra, os Portugueses sofreram profunda
crise económica e financeira, de tal modo séria que o Estado não
dispunha sequer de meios para cunhar a moeda que havia de circular pelo
nosso país. |
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A "tesoura"
das luvas
As senhoras ricas para certos momentos e situações usavam luvas a
condizer com o fato dos grandes dias. Para o povo
simples e de mãos calejadas era uma admiração esta
necessidade ou costume. Coisas de gente rica... |
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A peça da perdição
As cuecas
tanto no homem como na mulher são hoje peças de uso corrente. Mas nem
sempre foi assim. Durante seculos e séculos, ninguém as usou. Em
Portugal, ainda não há muitos anos que esta peca era completamente
desprezada, por ricos e pobres. |
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A Jarra para vinho
O
vinho de que
Portugal foi, desde há seculos, um grande produtor,
marcou um lugar muito importante na mesa e na vida dos
portugueses. |
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O avental tapa crica
O avental
é uma das peças que nunca abandonavam a mulher do povo:
para o trabalho, para a festa ou romaria, para a Missa,
para o que fosse.
Feito no tear manual ou de pano comprado na feira ou na loja de aldeia,
avental era peça comprida, campeira, útil nas mais diversas situações –
escondia e protegia parte da saia, acudia aos filhos pequenos em momento
de uma chuvada inesperada, limpava narizes ranhosos da criançada,... |
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A Chávena do Bigode
De longa data a barba foi a marca dos homens,
principalmente dos de superior condição económica e
social.
Protege do calor no Verão e do frio no Inverno, dada a característica
não condutora dos pelos. Diminui o tempo necessário para a higiene
diária e dá, por norma, uma importância muito particular a quem a usa.
Ter barba na cara sempre foi sinónimo de honradez; |
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Furador de louça
O povo
português, dadas as suas naturais dificuldades
económicas, aprendeu a valorizar o seu património,
poupando-o e restaurando-o até mais não poder ser:
remenda o teu pano, e ele dura-te um ano; torna a
remendar e ele torna a durar. Este era o princípio
aceite e seguido por todos; no respeitante ao pano, aos
trajes, assim como ao resto. Nunca ninguém deitou fora o
que quer que fosse, porque guarda o que não presta e
terás o que te é preciso. |
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Botão de unha
Os botões,
fabricados hoje com os mais diversos materiais, têm duas
funções: a utilitária e a decorativa. Por isso, alguns
são pequenas joias pelos pormenores do fabrico, pela
beleza individual, pelo que representam no contexto
global do vestuário. |
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Lenço de Vénus
O lenço de assoar, uma pequena peça hoje absolutamente
indispensável, tem uma longa história. E, curiosamente,
durante séculos não serviu para assoar.
No tempo dos Gregos, tanto servia para assoar como de guardanapo. Os
Romanos usaram-no para esconder o rosto, para proteção contra o sol,
para defender a garganta contra constipações e rouquidão. |
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O banco parideiro
Logo que a mulher ficava
grávida, a
sabedoria popular, a crença e a tradição impunham
sérios comportamentos e decisões.
A mulher grávida não podia
continuar a dependurar a chave de casa na fita do
avental, porque a criança poderia nascer com o desenho
da chave marcado na cara.
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Museu de Silgueiros>>>
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