"Há necessidade de nunca esquecer que tanto as cantigas como as músicas e as danças não se limitam a determinada região. Embora tenham tido a sua origem em dado local ou aí haja domínio marcante de certas espécies, observa-se larga difusão de terra em terra. Assim, nota-se que o vira se canta e dança do Minho a Lisboa; o malhão e a chula expandem-se pelo Minho, Douro e Beira Litoral; valiosíssimos corais existem em larga escala no Baixo Alentejo e no Minho; o fandango reina todo poderoso no Ribatejo, mas é igualmente querido em todas as províncias; é «dançado de lés a lés», afirma Armando Leça na sua Música Popular Portuguesa. E inúmeros outros exemplos poderiam ser aduzidos." (Maria Arminda Zaluar Nunes)

 

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A apanha do sargaço

A apanha do sargaçoO minhoto soube aproveitar as condições do meio e fertilizar as areias com os produtos do mar. A apanha de algas assumiu grande importância ao longo da costa Norte. Os campos estéreis da beira-mar foram enriquecidos com pilado – caranguejos em cardume – e sargaço.

Hoje, com a generalização dos adubos químicos, esta actividade está em declínio. Mas, em certos locais, a apanha das algas tem ainda alguma importância. Em Castelo do Neiva, nas primeiras horas da manhã, ainda é possível observar os apanhadores de algas. O sargaço é apanhado nos meses de Verão. Os sargaceiros entram no mar e com o redenho recolhem as algas que estão à superfície ou submersas, junto ou próximo da praia.

Antigamente, os sargaceiros, antes de entrarem no mar, envergavam branquetas, um casaco de tecido de lã, grosso e branco, que envolve o corpo dos sargaceiros até ao joelho. Na cintura é cingido por um cinto de couro e a parte de baiA apanha do sargaçoxo é rodada.

Quando o mar já não permite a apanha, os montes de algas molhadas não transportados para os sequeiros, nas dunas, em cestos, padiolas ou carros de mão com duas rodas. Nos sequeiros as algas são estendidas com o auxílio do engaço – uma espécie de ancinho.

Uma vez secas, as algas são empilhadas, formando uma palhota. A parte superior é coberta por um telhado de duas águas, construído com colmo. Aí ficam até serem transportadas para os campos que vão fertilizar

Fonte: “Cores, sabores e tradições – Passeios no Vale do Lima”
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