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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Adágios sobre a caça (2)
 

(Continuação...)
» Cão bom nunca ladra em falso.
» Quem quer cão tenha pão.
» Cão bom até à morte dá o rabo.
» Se queres que te siga o cão, dá-lhe pão.
» A sebe dura três anos, o cão três sebes, o cavalo três cães, o homem três cavalos, o corvo três homens e o elefante três corvos.
» Cão que não ladra, guarda dele.
» Cão que ladra não morde.
»
Cuidado com o homem que não fala e com o cão que não ladra.
» Não fiar de cão que manqueja.
» Quem quer caça vai à praça.
» Porfia mata veado e não besteiro cansado.
» Quem porfia mata veado, que não besteiro cansado.
» Feriste o javali, deixará quem seguia e tornará a ti.
» Não caça do coração senão o dono furão.
» A furão cansado tira-lhe o açaime.
» Fome de caçador e sede de pescador.
» Ler sem entender é caçar sem colher.
» Em Agosto, espingarda ao rosto.
» De má mata nunca boa caça.
» Duma fraca toca nasce um bicho bom.
» O leão não caça pardais.
» Não é tão bom o leão como o pintam.
» Não se entretêm os leões na caça aos tubarões.
» Mais vale ser cabeça de burro que rabo de leão.
» É fraqueza entre ovelhas ser leão.
» A pequeno passarinho, pequeno ninho.
» Quem o pássaro quer matar não o há-de matar.
» A pássaro dormente tarde entra o cibo na venta.
» Agarrem-se os pássaros pelo bico e os homens pela língua.
» Canta cada pássaro conforme o bico que tem.
» Do peixe a pescada, da carne a perdiz.
» Quem a truta come assada e cozida a perdiz não sabe o que faz nem o que diz.
» Das aves boa è a perdiz, mas melhor a codorniz.
» De gaiolas fechadas não saem perdizes.
» Quando em Março arrulha a perdiz, ano feliz.
» Em Junho, perdigoto como punho.
» Enquanto não é tempo de muda, caçai comigo aos perdigotos.
» Se fores à caça e matares um perdigão, mostra-o ao juiz e dá-o ao escrivão.
» Caça a perdiz com o vento no nariz, e às narcejas pelas costas o vejas.
» Quando a perdiz canta, bom prado tem.

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Paulo Caratão Soromenho in "ETNOGRAFIA PORTUGUESA" - Livro III - José Leite de Vasconcelos

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