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Pão quente: nem a são nem a doente.
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Pão quente: muito na mão e pouco no ventre.
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Pão quente e vinho novo: homem morto.
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Pão tremês nem o comas nem o dês.
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Pão de ontem, carne de hoje e vinho do outro Verão fazem o homem são.
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Comer até enfermar: jejuar até sarar.
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Come caldo, vive no alto, anda quente e viverás longamente.
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Quem com águas se cura pouco dura.
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Água fervida prolonga a vida.
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Água gelada e pão quente fazem mal ao ventre.
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Onde sobeja a água, falta a saúde.
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No Verão, torneira; no Inverno, padeira.
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Com caracóis e figos lampos, não bebas água.
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Malvas e água fria fazem um boticário num dia.
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A quem Deus quer dar a vida, água da fonte é mezinha.
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Não comas caldo de nabos nem o dês aos teus criados.
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Um dia frio e outro quente põem o homem doente.
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Vinho verde em Janeiro é mortalha no telheiro.
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Vinho turvo, figos verdes e pão quente são inimigos da gente.
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Vinho com melancia traz azia.
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Vinho com melancia dá pneumonia. e bom cavalo.
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Casa onde não entra o sol entra o médico.
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Se tens casa húmida, abre conta na botica.
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Tabaco e aguardente transformam o são em doente.
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Noite perdida nunca é restituída.
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Alho e limão são meio cirurgião.
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Laranja, antes do Natal, livra de catarral.
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Se queres teu homem morto, dá-lhe pepinos (ou couves) em Agosto.
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