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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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»» O Porco no Rifoneiro Português Pub

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  1.- Economicamente, o porco é um tesouro, um bom negócio, uma exigência:

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- Dia de Santo André, quem não tem porco mata a porca, que é a mulher;
- Em Abril, mete o porquinho no covil;
- Em Abril, ronca o porco no covil;
- Em Janeiro, um porco ao sol outro ao fumeiro;
- Fiambre e fiado sabem bem e fazem mal;
- Morto por morto, antes a velha (a abelha) que o porco;
- No dia de Santo André, diz o porco: qui é, qui é!
- No dia de Santo André, vai à esquina e traz o porco pelo pé;
- No dia de São Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho;

- No dia de São Tomé, pega o porco pelo pé; se ele disser que é, que é, diz-lhe que tempo é; e se ele disser que tal, que tal, guarda-o para o Natal;
- No dia de São Tomé, quem não tem porco mata a mulher;
- O boi e o leitão em Janeiro engordarão (criam rinhão);
- O leitão e os ovos, dos velhos, fazem novos;
- O porco, com sua licença, se tivesse asas era a melhor das aves; se tivesse barbatanas, o melhor dos peixes;
- Pelo Santo André, quem não tem reco mata o homem;
- Pelo S. Barnabé, faz o porquinho cué, cué; e se disser que não, diz-lhe que tempo já é;
- Pelo S. Lucas, mata o teu porco e tapa as tuas cubas;
- Pelo S. Martinho, mata o porquinho, prova o vinho e semeia o cebolinho;
- Pelo São Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e bebe o teu vinho;
- Porco, no São João, meão; se meão se achar, podes continuar; se mais de meão, acanha a ração;
- Porco que nasce em Abril, vai ao chambaril;
- Porco rabão nunca enganou o patrão;
- Porco safio, porco de brio;
- Porcos de Abril vão com a mãe ao chambaril;
- Quando estiveres morto, torna-te à ovelha e ao porco;
- Quando não há lombo, linguiça como;
- Quando o teu vizinho matar um porco, mata tu também nem que seja um tordo;
- Quando te derem o bacorinho, deita-lhe (bota-lhe) logo o baracinho;
- Quando te derem um porquinho, acode logo com o baracinho;
- Se matares um leitão, mostra-o ao juiz e dá-o ao escrivão;
- Se te derem um leitão, mostra-o ao juiz e dá-o ao escrivão;
- Tenhas porco e não tenhas olhos;

Salvador Parente Ribeiro
Encontro «Saber Trás-os-Montes» - 10 e 11 de Outubro de 1996
Serviços de Cultura - Câmara Municipal de Vila Real

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