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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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2.- O reco, na práxis, é um livro aberto, biológica e moralmente:

(<<<< anteriores)
- Auxiliar ingratos é deitar pérolas a porcos;
- Babujado de cão faz o menino são, babujado de porco faz o menino morto;
- Branco ou preto, um porco é um porco;
- Cavalo de olho de porco, cachorro calado e homem de fala fina, sempre se relancina;
- Com que sonhas, porco? Com a bolota;
- De rabo de porco, nunca bom virote;
- Dia de barba, semana de porco, ano de casado;

- Em que pensas porco? Na bolota;
- Enquanto se capa, não se assobia;
- Foge do feio e do porcino, da botica e do remédio;
- Freio, focinho e bico, não fazem o homem rico;
- Homem e porco, só depois de morto;
- Já o rei é pouco para lhe guardar os porcos;
- Judeu e porco, algarvio e mouro, são quatro nações e oito canalhas;
- Mais dias há que linguiças;
- Mata o teu porco, se queres ver o teu corpo;
- Não convém ao porco contender com Minerva;
- Não é em pia grande que o porco come à vontade;
- Não quero bácoro com (nem o) chocalho;
- Negociante e porco, só depois de morto;
- Nem pernada de porco, nem rasgadura de um contra outro;
- No queijo e no pernil de toucinho, conhecerás o teu amigo;
- O bácoro, a fome e o frio, fazem grande arruído;
- O pior porco é que come a maior bolota (melhor lande);
- O que não vai no cerro, vai na banda;
- Porca capada já não se descapa;
- Porca com três meses, três semanas, três dias e três horas;
- Porca de muitos, bem comida, mal cevada;
- Porca ruiva, o que faz, isso cuida;
(ver mais>>>>)

Salvador Parente Ribeiro
Encontro «Saber Trás-os-Montes» - 10 e 11 de Outubro de 1996
Serviços de Cultura - Câmara Municipal de Vila Real

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