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"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)
 
 
 
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Caminho do Lima

 

Pedra Furada e Alvelos. Era por barca que se fazia a travessia entre Barcelinhos e Barcelos. Ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico da Cidade, anda associada a curiosa lenda do galo.  Condenado à forca o galego bem reclamava a sua inocência. Mas os homens de justiça faziam ouvidos de mercador às súplicas do romeiro. E apegou-se com Santiago: «É tão certo eu estar inocente como este galo cantar». E o galo bem morrido e assado, cantou.

Rumo já a Ponte de Lima paramos em Santa Maria de Abade do Neiva, cuja igreja de genuína feição medieval (1152) nos traz o nome de D. Mafalda, mulher de D. Afonso Henriques e um pequeno nicho em forma de vieira, símbolo jacobista por excelência, nos diz estarmos na rota dos Caminhos de Santiago.

Depois, os peregrinos passavam por Carapeços, Aboim-Cossourado, Ponte das Doze Tábuas, Vitorino de Piães, Portela da Facha e Correlhã (vila rústica que o rei Ordonho II em 30 de Janeiro de 915 doa a Santiago de Compostela, e confir­mada em 9 de Dezembro de 1097 pelo Conde O. Henrique e O. Teresa, aquando da sua peregri­nação a Santiago).

Estamos em Ponte de Lima «vila agradável, escreve Confalonieri (1594), pequena, cercada de muralhas, com boas casas e com o rio correndo ao pé, com a sua ponte de quarenta arcos entre grandes e pequenos, mandada construir por Junius Brutus. E toda de pedra e lage logo se vê romana».

Seguimos já rumo a Paredes de Coura e Valença (a parte mais dura, repete Confalonieri), pela estrada junto à pequena ermida do Anjo da Guarda, Ponte de Arquinho (a 20 metros do Caminho das Tojeiras) margem direita do rio Labruja, Casa de Sabadão, Igreja de Santa Marinha, Arco da Geia, Boavista, Capela de 5. João de Grova, Espinheirós, Vinhó de Cima, Camboa, Romarigães, Rubiães, S. Bento da Porta Aberta, Fontoura, S. Bento da Lagoa e Cerdal. Depois de pernoitarem nas «lojas» em Valença, os peregrinos seguiam rumo a Tuy, atravessando o rio Minho de barco. De Tuy os peregrinos dirigiam-se para Porriño, Redondela, Pontevedra, Caldas de Reyes, Pontecesures, Padron - Santiago.

in "Santiago - Caminhos do Minho" da autoria de Francisco Sampaio e editado pela ADETURN (Associação para o Desenvolvimento do Turismo da Região Norte)

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